nunca vai saber quantas noites eu passei em claro, tentando me convencer do que sinto. Quantas vezes sufoquei meu choro no travesseiro com receio de alguém me visse naquele estado. Quantas vezes já falei um simples e banal: ‘oi’ mas com vontade de dizer um real e verdadeiro: ‘eu te amo’.É acho que nunca ninguém vai saber, e se depender de mim também não.

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